Perdi o jeito, esse jeito de voar, de andar na estrada onde o sol ainda doira, de subir as escadas por baixo do teu sorriso onde vejo me as avessas, mas nada mudou, nada para alem do deseja não atribuído as estrelas gravíticas que deslizam no ozono, como corpos que se tocam no som do silencio e no escuro onde chamas só se chamam em voz de sussurro.
Nada mudou do que não era, e não serei esse por razões diversas e alheias ao desejo do teu saber, mas sacrifica o teu ar que me faz bem e deseja os teus olhos em tons de azul, afoga te em tudo o que não és, e quem sabe se renasces, seu pássaro ardente, que me queimas a pele só de soprares palavras vindas do fundo do mundo onde tudo é politicamente correcto, tudo é fácil tudo é certo.
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