Realmente gostava de saber onde eu errei, o que decidiu o meu futuro visto que eu era tanto, fiquei com tão pouco e o que ficou tornou se amargo, fui castigado vezes sem conta e não me lembro de ter sido alguém que não devia ou feito mas a uma formiga. Sofri ataques fortes de mais tanto que a imunidade do meu escudo de confiança se partiu em pedaços e como ele me sinto, tento ser o bem independente da questão mas porque o mal me quer tanto que fico com a questão pendente.
Talvez seja verdade os opostos atraem se, talvez deva ser pior pessoa assim não serei afectado de forma tão directa.
Nada mais tem significado, acho que dormir me faria bem mas um sono profundo bem profundo duradouro outros chamam o eterno ou morte por palavras mas claras, aguas profundas, alturas nada mais temo, mas de certa forma é a única maneira que vejo para voltar a ser quem era, talvez esteja de olhos tapados, ou simplesmente fechados por vontade própria, é um erro comum para mim e nem me apercebo dele, passa me a frente dos olhos mas como tenho os fechado escapa me.
Nem acordar me faz sorrir, já nem o sol brilha com tanta cor, ou os meus olhos estejam diferentes em fase de transacção ou simplesmente alterados por alguma substancia opia, não me lembro de ter ingerido nada mas as vezes as piores drogas usam um sorriso, um olhar profundo e um suave perfume, a longo prazo destrói o coração afecta o sistema nervoso deixando o depressivo e ainda nos afastam na nossa companhia (a sobra), essa, já não me lembro da ultima vez que a vi, ou vejo a sempre e ignoro de forma grosseira e arrogante, mas por um lado faz sentido: Seguindo a lógica quanto maior a luz maior a sombra, o meu sol deixou de brilhar com tanta intensidade portanto a sombra esta de tal forma desvanecido que desconheço o seu paradeiro. Desejava sorrir eternamente mas até um sujeito de olhos tapados com medo do escuro era capaz de perceber que só se sorri eternamente para a morte, num estado de decomposição quase total, prometo fazê-lo mas só quando uns lábios deformados não poderem tapar mais cada osso desse crânio.
Conversando com mais um mortal numa conversa morta propositadamente empolgante de partes alheia, tenta eu, sim eu que ainda existo sobre a forma de sombra ou fantasma por palavras mais claras, tentava perceber os motivos que o leva a afastar se sobre a terra e lutar contra a maré sabendo que o que o espera é a morte e saber que no fim de tudo não a pode vencer NUNCA! Sabendo que por mais que lute o seu destino é de forma tão clara escrito com tinta preta MORTE, acabando como todos os outros numa cova ou como o próprio diria num branco absoluto onde devera caminhar sozinho ou simplesmente existir nele.
Lá me foi dito que tudo que quisera em palavras muito escritas uma vida feliz e sentimentos limpos, sorrisos grandes, verdadeiros, notei de repente um toque suave da confiança que me pertencia e que partira sem aviso. Interroguei o de imediato como consegues ter "tanta" confiança e o porque de achar que consegue aquilo que todos querem e adoptam-o como objectivo primário ou secundário mas não fugindo muito a regra, ele leve de espírito com um escudo (metade do meu anterior mas suficiente para afirmar que bastava algo que me falta e que tanta falta me tem feito AUTO-CONFIANÇA, suspirei de cansado e de pouco surpreendido voltara ao ponto de partida, mas por um simples acaso cheguei a uma conclusão :Como posso confiar em algo ou alguém que me desiludiu tanto? Se fosse a confiança em, pessoa aquilo que eu era, eu próprio não gostaria de mim e suspeito de forma clara que isso tem se sucedido.
Vou descansar essa esse corpo pouco utilizada visto o facto de nem o usar para viver mas sim para aras-talo sobre as pedras, quem precisa urgentemente de descanso é o meu espírito e esse parece que está de partida, será em breve ? não? (Não Sei) coisa tão fácil de dizer... Tudo vai depender do relógio, e esse comboio que o é em breve chegara a ultima paragem estou ainda a espera de saber qual.
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