Abres a prata onde guardas os pedaços que destroem o teu ser e olhas te ao espelho retorcido, vês o que viste ontem e amanha verás o mesmo de maneira diferente, tomas o que te convém e convém te deitares na relva onde o hábito desconhece e aproveitares como se fosse a primeira vez, sensações vezes sem conta, e contas planetas brilhantes que brilham em voltas de voltas de luzes que voltas a querer voltar ao mesmo pedaço de prata para de novo sonhares com os mesmos planetas de novo.
Na volta não há mesmo volta a dar...
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