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sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Noite

Olhaste me directamente nos olhos
E não e não soubeste o que contar
Prendeste me mais que os lábios
Mas nunca os quiseste amar.
Viveste  senão só uma noite
Antes de querer partir
O coração foste me atar
E em seguida quiseste fugir
Com vergonha de teres sido
Mesmo o querendo ser
Amnésia repentina
Com a desculpa de beber
Voltaste me as costas
Sem me querer contar
O que exactamente sentias
Quando jurava te amar
Seria mesmo eu
Quando a me me dizias
O quanto amavas
O quanto me querias
Duvido que o seja
Mas sei bem o que foi
Apenas dois amantes
Sabes bem o que dói?
Pensar que fomos
E que o quisemos ser
Amar como te amo,
Mas tens medo de viver.









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